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10-Mar-2009 |
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-MÚSICAS DA MINHA ESTANTE-
JOSÉ ALBERTO VASCO
QUARTETO 1111
A LENDA DE EL-REI D. SEBASTIÃO
De entre os discos que incorporam as Músicas da Minha Estante escolhi este mês um histórico E.P. em vinil, surgido em 1967, numa época em que a música popular urbana portuguesa lutava com enormes dificuldades para se impôr ju nto da crítica e do nosso mercado discográfico. Trata-se de A Lenda de El-Rei D. Sebastião, uma produção artística do Quarteto 1111, agrupamento pop que surgira no mesmíssimo ano no Estoril, a partir de uma lógica evolução criativa do Conjunto Mistério. Essa evolução ter-se-ia começado a cimentar cerca de um ano antes, altura em que para esta última banda entrara o já então bastante carismático vocalista e teclista José Cid, que anteriormente integrava, juntamente com José Niza, Proença de Carvalho e Rui Ressurreição, o Conjunto do Orfeão, banda conimbricense de declarada inspiração jazzística. Seja o primeiro a comentar este artigo. |
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CECILIA BARTOLI / MARC MINKOWSKI / LES MUSICIENS DU LOUVRE - OPERA PROIBITA |
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16-Fev-2009 |
-MÚSICAS DA MINHA ESTANTE-
JOSÉ ALBERTO VASCO
CECILIA BARTOLI / MARC MINKOWSKI / LES MUSICIENS DU LOUVRE
OPERA PROIBITA
A mezzo-soprano italiana Cecília Bartoli, nascida em Roma, em 1966, é uma notável e apreciada cantora lírica, q ue alcançou notoriedade a nível mundial ainda antes dos seus vinte anos, facto raríssimo naquela exigente contextualização artística. Tendo começado por estudar canto na reputadíssima Accademia Nazionale di Santa Cecilia, sedeada na sua cidade natal, Cecilia Bartoli, filha de dois professores de música, desde muito cedo se cotou entre as mais qualificadas e prestigiadas intérpretes de ópera e música barroca, actuando frequentemente nas mais importantes salas de concerto de todo o mundo. Seja o primeiro a comentar este artigo. |
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THE BLOOMDADDIES - RACER X |
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06-Jan-2009 |
-MÚSICAS DA MINHA ESTANTE-
JOSÉ ALBERTO VASCO

THE BLOOMDADDIES
RACER X

Ouvi os Bloomdaddies pela primeira vez num concerto ao vivo, em Lisboa, nos sempre retemperadores Jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, durante o Jazz em Agosto 98. A minha sedução pelo grupo foi imediata, tamanha era a sua força e a sua originalidade, oriundas, logo à partida, do facto de a banda ser composta por dois saxofonistas-tenor (Seamus Blake e Chris Cheek), dois bateristas (Tony Mason e Marlin Browden) e um baixista (Jesse Murphy), também cantor. A frescura, a irreverência e a imprevisibilidade da música dessa formação tão pouco convencional em termos de análise jazzística acentuava-se ainda mais pelo inovador facto de ambos os saxofonistas terem ao seu dispôr e utilizarem uma enorme parafernália de recursos técnicos, nomeadamente em termos de pedais e pedaleiras de vários efeitos (distorção, wa-wa, delay, etc), que lhes permitiam transformar, segundo a segundo, a sonoridade e a dinâmica dos seus saxofones, que por vezes chegavam a soar como autênticas guitarras-eléctricas, trombones, surdinas e sabe-se lá que mais, embora sem nunca se afastarem da saudável linearidade da boa música… Seja o primeiro a comentar este artigo. |
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26-Nov-2008 |
-MÚSICAS DA MINHA ESTANTE-
JOSÉ ALBERTO VASCO
PREVIN CONDUCTS KORNGOLD
THE SEA HAWK
É usualmente defendido que a película The Jazz Singer (O Cantor de Jazz), de 1927, foi o primeiro filme sonoro. Sabe-se hoje que esse juízo histórico não corresponde à realidade, sabendo-se que o sistema sonoro fora já cinematograficamente utlizado no ano anterior, pela Warner Bros. no seu filme D. Juan, em que a utilização do sistema Vitaphone permitira já a gravação e utilização de algumas peças musicais de Mozart, edificando aquilo a que se poderá chamar a primeira banda sonora da História do Cinema. Seja o primeiro a comentar este artigo. |
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